quinta-feira, 21 de outubro de 2010





Era um fim de tarde normal, tudo que  ela queria era mesmo chegar em casa deitar e pensar como foi o seu dia,sua semana, seu ano,mais ainda era cedo para voltar para casa.Resolveu dar alguns telefonemas ,alguns minutos depois já tinha um destino a percorrer naquele fim de tarde passar irria em um lugar para tomar um suco de laranja comer alguma coisa natural, pois o almoço era a única que sustentava ela o dia inteiro.Ao chegar na casa daquele  velho amigo que , que era sempre tão agradável sua companhia, seu conselhos as vezes que trocaram experiência sobre tudo que se podia imaginar, sentou em um banquinho e ficaram minutos ali conversando como sempre.Quando uma pessoa vai surgindo no horizonte da rua, o coração palpitava mais rápido, as mão suavam como de costume perto dele.Ele chegou comprimento o amigo e a abraçou, a abraçou  com vontade de abraçar o mundo dela, com vontade de dizer o que realmente sentia, com vontade que aquele momento nunca acabasse.Enquanto ela se sentiu sufoca suficiente por todas as vezes que não teve coragem de dizer o que sentia, de abraçar o mundo dele, por todas aqueles vezes no meio da madrugada tudo o que ela queria era aquele abraço.Mais nenhuma palavra saiu dos lábios de ambos ela olhou para ele a última vez aquele sorriso, e saiu dos braços dele que a envolvia e saiu correndo sentindo um aperto imenso no coração acompanhado com um filme que passava pela cabeça dela de tudo que viveram juntos.Chegou em casa e tudo que ela queria era se afogar nos seus pensamentos e fechar os olhos.

Pouco tempo que ela tinha chegado em casa o seu celular toca era ele.
Alô ela fala ainda trêmula.
Ele- você está bem?
Ela-sim um pouco confusa, mais bem.
Ele- eu posso te ver hoje ainda?
Ela-sim pode.

Mais tarde naquela mesma noite lá estava ele, na porta da sua casa com um sorriso sem graça.Ela saiu pela porta estava trajando uma roupa um pouco mais a vontade, tinha dado um toque de maquiagem no rosto sutil. Ela não consegui ao mesmo soltar uma palavra, estava de cabeça baixa não conseguia olhar em seus olhos também.Ele perguntou para ela por que você saiu daquela forma hoje?Ela permaneceu calada.Ele eu pedi para te ver por que quero lhe fazer uma pergunta você acredita em destino?Ela - não. Ele eu também não acredito em destino,mais eu acredito que quando duas pessoas se encontram, se conhecem da forma que nos conhecemos não é por acaso e por mais que tenham um mundo enorme de diferença, elas podem sim ficar juntas, por que eu não acredito em destino mais acredito que os pedaços do meu coração foram quebrados por um motivo, para quando eu te conhecer os seus pedaços de coração se juntasse aos meus.
Ela não teve nem um tipo de reação mais ele a surpreendeu chegou um pouco mais perto passou a mão nos seus cabelos colocando para trás da forma mais meiga possível, limpou a lágrima que estava descendo no seu rosto disse em seu ouvido, você acreditaria se eu dissesse que meu coração acelera só de ouvir seu nome? Por que eu sonho todos os dias com uma menina, delicada, meiga cheia de sonhos que fez meu mundo mudar, sua boba como pode pensar que eu não te amava?
Eu te amo desde que te conheci e quero segurar seu mundo todas as vezes que você estiver sem chão, você é minha exceção,meu destino minha vida.


Débora Luz
Beijinhos queridinhos.
Dedicada há uma pessoa amada

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