Sete letras
Em uma cidade onde o romance não parai no ar, onde o que mais se importa é o dinheiro e a falsidade está por ai em olhares e sorrisos,algo mágico pode acontecer e as sete letras aparecerem. Ah o verão querido verão chegando férias e suas surpresas era janeiro na cidade pacata de interior,e tudo que Aline não queria era ir passar suas férias em uma cidade de interior longe dos vários agitos da cidade maravilhosa.
Chegada na cidade o desanimo tomava conta não só de Aline mais de cada passa que dava entre a sala de estar até a varanda, entre os corredores da mansão,o que fazer onde não se tem uma alma viva.Em uma tarde ela resolve ir até uma biblioteca longe dos festejos populares da cidade que ela simplesmente não fazia questão de ir, sua avò foi em uma reunião com as beatas da igreja,logo ela podia aproveitar seu tempo livre em meio as prateleiras da biblioteca; chegando na biblioteca fez seu cadastro coloco-se a olhar aquele lugar imenso e ao mesmo tempo tão pequeno para tamanha magia que encontrava nos livros. Então lá vai Aline com seu olhar atento nos romances brasileiros Machado de Assis quem sabe? Não de repente avista Luciula um exemplar meio judiado pelo tempo mas apaixonada por José de alencar ela pega o livro e ou retira-lo na fresta onde o livro estava; Ele um rapaz tímido que passava maior parte do seu tempo entre desenhos e livros Danilo; ele há olha rapidamente ela dar um sorriso e sai.
Os dias da semana passaram e Aline ou ir na biblioteca unica tração na cidade que chamava sua atenção, e se depara com aquela figura novamente trocaram algumas palavras e descobriram que eram vizinhos coincidência ?Talvez ou simplesmente não, destino se enquadra mais corretamente nesse caso.Entre esses pequenos encontros Danilo vê que Aline costumava ir ler em um orquidário que estava entre o caminho da sua casa e da biblioteca então ele vai até lá e pergunta:
Ele: Posso me sentar aqui perto de você
( Ela olha para ele e responde meio distraída)
Ela:Sim pode.
Passaram uma semana e parecia que aqueles encontros naquele lugar tão agradável era a melhor parte do dia para ambos. E assim passaram as férias e na última semana de de férias o último encontro deles irria acontecer ali ou não a vida nós reservar surpresas que menos esperamos então ali então eles ela com um livro de Machado de Assis nas mãos quando ele a vista de longe sentiu aquilo que as pessoas chamam de borboletas no estômago, então vem com o andar desajeitado talvez por uma nostalgia previa mas isso é só uma sugestão.Então estão ali frente a frente em aquilo que talvez seria a última vez que se vissem.Ele procura as palavras e que não suasse descartáveis.Ela o olha e sem se quer deixar ele soltar as palavras e ela fala:
Ela: Eu já te falei que sou a maior cilada.
Ele:Mas se tudo que eu procurava era uma cilada?
(Silêncio)
Ele:Tudo que eu sempre procurei foram certezas e vivi ilusões, e agora que encontrei um cilada quero viver uma realidade mesmo que aja defeitos entre ela.
Ela procura desconcertada as palavras e nada vem em sua mente então a unica coisa que ela consegue fazer é o abraçar forte e quando ela o solta suavemente e ele a puxar e as sete letras surgem como um passe de mágica
Ele: Eu amo você, não vai embora.
Ela:Quem te falou que vou embora?
Ele as férias estão acabando.
Ela:Eu vim mora com minha avó por que passei no curso que queria na facudade federal daqui de Curitiba.
Ele:Então promete que não vai me esquecer?
Ela:Como esqueceria alguém que aprendir a amar?
Ela:Eu te amo, e mesmo que não me pedisse para não lhe esquecer não esqueceria você.
Então como disse no começo do texto em uma cidade onde o romance não parai no ar, onde o que mais se importa é o dinheiro e a falsidade está por ai em olhares e sorrisos, algo mágico pode acontecer e as sete letras aparecerem.E as sete letras aparecem acompanhadas de um beijo e uma promessa.
Débora Luz
Bom dia queridinhos.
xo.xo

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